Os macacos são mamíferos da ordem dos primatas, um grupo com espécies super variadas. Eles se dividem em dois grandes grupos: macacos do Novo Mundo, que vivem nas Américas, e macacos do Velho Mundo, encontrados na África e Ásia.

Esses grupos têm diferenças bem marcantes, como o formato do nariz e o tipo de cauda. Não é só aparência: cada adaptação conta muito pra sobrevivência e comportamento deles.

Vários tipos de macacos diferentes em seu habitat natural na floresta, com folhagem verde ao redor.

Os tipos de macacos existentes abrangem várias famílias e centenas de espécies, que vão desde os pequenos saguis, que habitam a floresta amazônica, até os babuínos e macacos-do-velho-mundo. Cada espécie tem suas manhas, adaptações e jeitos de viver, refletindo bem o ambiente e a dieta.

Pra quem curte biodiversidade, entender os tipos de macacos é um prato cheio. Dá pra perceber como a variedade é enorme e como a conservação desses bichos importa pra todo o planeta.

Classificação dos tipos de macacos: Novo Mundo e Velho Mundo

Os macacos são divididos em dois grandes grupos, cada um com suas peculiaridades. Eles vivem em lugares diferentes do mundo e têm diferenças claras na anatomia e nos hábitos.

Essa separação ajuda bastante a entender o que torna cada grupo único. E, sinceramente, a diferença vai muito além do que o olho percebe.

Principais diferenças entre macacos do Novo Mundo e Velho Mundo

Os macacos do Novo Mundo, chamados de platirrinos, vivem na América Central e do Sul. Já os do Velho Mundo, conhecidos como catarrhinos, são nativos da África e Ásia.

A diferença mais óbvia é o nariz: platirrinos têm narinas afastadas e voltadas pros lados, enquanto catarrhinos têm narinas próximas e apontadas pra baixo. Meio curioso, né?

Além disso, os do Novo Mundo costumam ser menores e têm cauda preênsil, que funciona quase como um quinto braço. Os do Velho Mundo, por outro lado, não têm essa cauda especial e a estrutura do rosto é diferente.

Essa separação rolou há milhões de anos, levando cada grupo a se adaptar de jeitos bem distintos.

Importância da cauda e outras características físicas

A cauda faz diferença na hora de classificar os macacos. Nos do Novo Mundo, a cauda preênsil é super comum, ajudando os bichos a se pendurar e se mover entre as árvores.

Já nos do Velho Mundo, a cauda, quando existe, não é preênsil. Alguns nem têm cauda, tipo nós, humanos (que, aliás, nem entram mais na classificação de macacos).

O tamanho do corpo, o formato dos dentes, a presença de polegares opositores—tudo isso também entra na conta pra identificar as famílias. Os detalhes anatômicos contam muita história.

Principais famílias e gêneros de macacos

Entre os macacos do Novo Mundo, dá pra separar em cinco famílias principais:

  • Callitrichidae: saguis e micos, pequenos e variados.
  • Cebidae: inclui os macacos-prego e sapajus.
  • Aotidae: macacos-da-noite, que, como o nome diz, são noturnos.
  • Pitheciidae: uacaris e cacajaos, com várias espécies que vivem nas árvores.
  • Atelidae: bugios, macacos-aranha e muriquis, famosos pela cauda longa.

Os do Velho Mundo ficam todos na família Cercopithecidae, que tem 139 espécies. Eles se espalham por florestas e savanas da África e Ásia.

Babuínos e macaca são exemplos conhecidos desse grupo. Nenhum deles tem cauda preênsil, e as adaptações vão desde viver no chão até pular de galho em galho.

Principais tipos de macacos e suas espécies representativas

A diversidade de macacos é enorme, tanto em tamanho quanto em comportamento. Tem desde primatas minúsculos, com menos de 200 gramas, até grandalhões que passam dos 10 quilos.

Alguns são famosos pela inteligência, outros pela habilidade de se virar em qualquer ambiente.

Saguis e micos: características e espécies

Saguis e micos são pequenos macacos brasileiros, muito comuns na Mata Atlântica e na Amazônia. Costumam pesar entre 100 e 600 gramas.

O mico-leão-dourado é um dos mais conhecidos, famoso pela pelagem dourada e por ser símbolo da conservação no Brasil.

Os saguis-anões são os menores primatas do país, com cerca de 16 cm e até 165 gramas. Eles vivem nas árvores e se movem rapidinho entre os galhos.

Esses macacos ajudam a espalhar sementes, mantendo o equilíbrio das florestas. Infelizmente, muitos estão ameaçados pela destruição do habitat.

Macacos-prego e sapajus: inteligência e adaptação

Os macacos-prego, ou sapajus, são reconhecidos pela inteligência fora do comum. Vivem em várias regiões do Brasil, principalmente na Amazônia e Mata Atlântica.

Pesam entre 3 e 9 quilos e têm corpos ágeis. Eles usam ferramentas pra abrir alimentos e se adaptam fácil a ambientes diferentes, desde florestas até áreas urbanas.

A cauda preênsil ajuda muito na locomoção. A vida social desses macacos também chama atenção: vivem em grupos grandes e têm relações bem complexas.

Bugios, macacos-aranha e muriquis: hábitos e habitats

Os bugios são conhecidos pelo grito potente, que dá pra ouvir de longe. Eles vivem em florestas da Amazônia, Mata Atlântica, Cerrado e outros biomas.

O bugio-preto é o que tem maior distribuição no Brasil. Os macacos-aranha são grandes, leves, com cauda longa e super flexível.

Eles se alimentam principalmente de frutas e folhas, vivendo em florestas tropicais. O muriqui, considerado o maior primata do Brasil, pode chegar a 13 kg.

O muriqui-do-norte é uma espécie ameaçada e só existe na Mata Atlântica. Esses macacos têm comportamento pacífico e são essenciais pra dispersão de sementes por onde passam.

Macacos do Velho Mundo: mandril, babuíno, macaque, colobus e outros

Os macacos do Velho Mundo vivem na África e Ásia. Eles não têm cauda preênsil, e as narinas ficam mais próximas uma da outra.

Entre eles estão mandris, babuínos, macaques e colobus. Cada um tem suas manias e particularidades.

Os mandris chamam atenção pelas cores vibrantes e tamanho impressionante. O focinho deles é longo, quase exagerado.

Já os babuínos se viram bem em vários lugares, de savanas abertas até florestas densas. É curioso como conseguem se adaptar a tantos ambientes.

Macaques são ainda mais flexíveis, vivendo tanto em florestas quanto em áreas urbanas. Não é raro vê-los interagindo com humanos em cidades asiáticas.

Os colobus têm pelos longos e elegantes. Eles preferem as florestas tropicais e se alimentam principalmente de folhas.

Entre os primatas do Velho Mundo, também aparecem os grandes símios, como o gorila e o orangotango. Só que tecnicamente, esses dois não são “macacos”, mas sim grandes primatas.

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Gosto de escrever e já fui jogador profissional de volei, o que me qualifica a falar sobre esportes. Mas também entendo de curiosidades e temas gerais.

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